sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Nada mais certo e incerto que a morte.

A sensação de perda e vazio, o sentimento de angústia e dor, a sensação de alívio e desespero de um sepultamento.

A fragilidade do corpo, a existência ou inexistência da alma, o encontro com Deus, ou não.

A sabedoria perdida, o conhecimento perdido, o sangue perdido, a vida perdida.

A incredulidade de ver o antes-vivo dentro de um caixão. A imaginação amargamente mostrando a decomposição.

Nada mais certo e incerto que a morte.

Um comentário:

"Vida de Porco" disse...

Agora aqui noto maior amadurecimento. Escolheu um tema rico. Mas a dicotomia poderia apresentar um formato textual mais fragmentado. E a repetição de "Nada mais certo e incerto que a morte", tirou completamente a surpresa do grand finale. Está caminhando... é só o começo.