O medo de uma nova "gripe espanhola" trouxe a tona o desespero da desinformação somada a uma pandemia mal explicada, que induz o pavor coletivo de ver sua sociedade atacada por um vírus, até então, mortal.
A doença que dizimou boa parte da população européia no século XIX, Gripe Espanhola, é sinônimo do medo explicitado atualmente frente a Gripe A. O aumento do número de casos da doença, sua propagação e, consequentemente, um maior número de óbitos, faz jus ao medo da população de que essa doença seja tão letal quanto a versão do passado. Sentimento este que poderia ser abrandado, até mesmo evitado, se as informações sobre a doença fossem melhor divulgadas.
Quando a doença tomou notoriedade (a partir da notificação dos primeiros casos nos EUA), as primeiras informações eram escassas, dispersas e não orientavam bem a sociedade _ nem como se prevenir, tampouco quando procurar ajuda. O que se via nos meios de comunicação era um grande alarde, como se a humanidade estivesse a beira de um colapso de saúde.
O que acalenta a sociedade neste momento é saber que o tratamento medicamentoso está sendo bem sucedido e que medidas preventivas estão sendo tomadas para conter a doença, que passou de "bicho de sete-cabeças" 'a fato do cotidiano simplesmente com a propagação da informação.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
Petróleo e Progresso para o Futuro
A descoberta de bilhões de barris de petróleo traz o progresso iminente dos possíveis rendimentos advindos dessa exploração, mas também confronta com a utilização e o desenvolvimento de fontes renováveis de energia.
Anos de investimentos em pesquisa e exploração de petróleo em águas profundas, por parte da Petrobras, propiciaram a descoberta das reservas do pré-sal, que estão situadas há mais de sete mil metros abaixo do nível do mar.
Os custos de exploração serão altíssimos porém, posteriormente, o comércio do produto extraído gerará riquezas para o país. Grandes investimentos em educação, saúde, moradia, entre outros, servirão de alavanca para a sociedade brasileira, que será diretamente beneficiada com a exploração dessa riqueza natural.
Por outro lado, enquanto o mundo batalha para reduzir a quantidade de carbono emitida através da queima de combustíveis fósseis, o Brasil estará contribuíndo para uma nova fonte de emissão de carbono, aumentando cada vez mais as consequencias nocivas do Efeito Estufa. Também deve-se lembrar dos esforços em pesquisa e desenvolvimento de fontes renováveis de energia, até então como foco principal dos acordos internacionais do governo, que foram "deixados de lado".
O que se espera do progresso advindo do pré-sal é que realmente os recursos sejam bem empregados, seja em benefícios 'a população, seja em políticas de conservação e proteção do meio-ambiente.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Liberdade, Ainda que Tardia
Gritos roucos; necessidade de falar, de ser ouvido e a possibilidade de ir e vir sem nenhuma interrupção. É esta a real necessidade do povo palestino e israelense, e não mais um "Muro de Berlim" separando famílias, amigos e fiéis de seus lugares sagrados.
O caos sempre esteve presente na história judia e muçulmana, em se tratando da ocupação da terra sagrada que ambos reclamam. Desde os tempos das cruzadas até o atual Estado de Israel, sempre houve conflitos sangrentos.
Como se não bastasse a experiência ruim que os próprios judeus tiveram nos guetos de Varsóvia, agora eles mesmos a praticam em seu território e no território ocupado da Palestina, em um método abolido desde o final da década de noventa na Alemanha, que é o "Muro da Vergonha".
Resta a esperança de uma liberdade, ainda que tardia, para um povo que sempre foi oprimido e discriminado por sua religião, em uma terra autônoma, reconhecida e livre, onde eles possam ir, vir, falar, ouvir e orar sem a interrupção do estampido seco de um tiro.
O caos sempre esteve presente na história judia e muçulmana, em se tratando da ocupação da terra sagrada que ambos reclamam. Desde os tempos das cruzadas até o atual Estado de Israel, sempre houve conflitos sangrentos.
Como se não bastasse a experiência ruim que os próprios judeus tiveram nos guetos de Varsóvia, agora eles mesmos a praticam em seu território e no território ocupado da Palestina, em um método abolido desde o final da década de noventa na Alemanha, que é o "Muro da Vergonha".
Resta a esperança de uma liberdade, ainda que tardia, para um povo que sempre foi oprimido e discriminado por sua religião, em uma terra autônoma, reconhecida e livre, onde eles possam ir, vir, falar, ouvir e orar sem a interrupção do estampido seco de um tiro.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Sei lá... A vida tem sempre razão.
Tem dias que eu fico
Pensando na vida
E sinceramente
Não vejo saída
Como é, por exemplo
Que dá pra entender
A gente mal nasce
Começa a morrer
Depois da chegada
Vem sempre a partida
Porque não há nada
Sem separação
Sei lá, sei lá
A vida é uma grande ilusão
Sei lá, sei lá
Só sei que ela está com a razão
A gente nem sabe
Que males se apronta
Fazendo de conta
Fingindo esquecer
Que nada renasce
Antes que se acabe
E o sol que desponta
Tem que anoitecer
De nada adianta
Ficar-se de fora
A hora do sim
É um descuido do não
Sei lá, sei lá
Só sei que é preciso paixão
Sei lá, sei lá
A vida tem sempre razão
Pensando na vida
E sinceramente
Não vejo saída
Como é, por exemplo
Que dá pra entender
A gente mal nasce
Começa a morrer
Depois da chegada
Vem sempre a partida
Porque não há nada
Sem separação
Sei lá, sei lá
A vida é uma grande ilusão
Sei lá, sei lá
Só sei que ela está com a razão
A gente nem sabe
Que males se apronta
Fazendo de conta
Fingindo esquecer
Que nada renasce
Antes que se acabe
E o sol que desponta
Tem que anoitecer
De nada adianta
Ficar-se de fora
A hora do sim
É um descuido do não
Sei lá, sei lá
Só sei que é preciso paixão
Sei lá, sei lá
A vida tem sempre razão
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