Gritos roucos; necessidade de falar, de ser ouvido e a possibilidade de ir e vir sem nenhuma interrupção. É esta a real necessidade do povo palestino e israelense, e não mais um "Muro de Berlim" separando famílias, amigos e fiéis de seus lugares sagrados.
O caos sempre esteve presente na história judia e muçulmana, em se tratando da ocupação da terra sagrada que ambos reclamam. Desde os tempos das cruzadas até o atual Estado de Israel, sempre houve conflitos sangrentos.
Como se não bastasse a experiência ruim que os próprios judeus tiveram nos guetos de Varsóvia, agora eles mesmos a praticam em seu território e no território ocupado da Palestina, em um método abolido desde o final da década de noventa na Alemanha, que é o "Muro da Vergonha".
Resta a esperança de uma liberdade, ainda que tardia, para um povo que sempre foi oprimido e discriminado por sua religião, em uma terra autônoma, reconhecida e livre, onde eles possam ir, vir, falar, ouvir e orar sem a interrupção do estampido seco de um tiro.
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