O medo de uma nova "gripe espanhola" trouxe a tona o desespero da desinformação somada a uma pandemia mal explicada, que induz o pavor coletivo de ver sua sociedade atacada por um vírus, até então, mortal.
A doença que dizimou boa parte da população européia no século XIX, Gripe Espanhola, é sinônimo do medo explicitado atualmente frente a Gripe A. O aumento do número de casos da doença, sua propagação e, consequentemente, um maior número de óbitos, faz jus ao medo da população de que essa doença seja tão letal quanto a versão do passado. Sentimento este que poderia ser abrandado, até mesmo evitado, se as informações sobre a doença fossem melhor divulgadas.
Quando a doença tomou notoriedade (a partir da notificação dos primeiros casos nos EUA), as primeiras informações eram escassas, dispersas e não orientavam bem a sociedade _ nem como se prevenir, tampouco quando procurar ajuda. O que se via nos meios de comunicação era um grande alarde, como se a humanidade estivesse a beira de um colapso de saúde.
O que acalenta a sociedade neste momento é saber que o tratamento medicamentoso está sendo bem sucedido e que medidas preventivas estão sendo tomadas para conter a doença, que passou de "bicho de sete-cabeças" 'a fato do cotidiano simplesmente com a propagação da informação.
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
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Um comentário:
ainda vou mandar os textos pra ONU..adoreiiii
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